Castelo

25 de agosto de 2011
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Castelo da Rodovia Washington Luís (SP-310), sentido São Carlos – Capital (não confundir com o Castelo da Rede Graal, em Limeira) congrega diversos serviços: posto de abastecimento, minimercado, lanchonete, restaurante e até uma pousada. Como somos comilões, falaremos, é claro, do restaurante. Mas ainda cabe uma distinção pertinente: embora haja um ambiente para serviço self-service, dele pouco sabemos. Os comentários que seguem referem-se ao serviço a la carte, o mais tradicional e grande diferencial do empreendimento.

O Restaurante (ou Churrascaria) Castelo (agora também querem chamar de Castelo Plaza) é referência em qualidade na região. Já recebeu honrarias de revistas por isso, e é relativamente bem conhecido no interior paulista, sobretudo por executivos que trafegam pelo eixo Central/Noroeste do estado.

A fama é justa, mas faz pouco eco entre os munícipes. Claro, a maioria sabe que existe, muitos conhecem, mas nem todos frequentam. Talvez pelo cardápio não ser dos mais baratos, ou quem sabe considerem a distância grande demais (não devem achar longe quando é para frequentar algum motel por aquelas bandas).

Ambiente

A fachada impressiona pelo estilo, com pedras grandes, fazendo alusão aos castelos antigos. Dentro, a boa impressão é mantida. O ambiente carrega aquele ar formal que provavelmente seja o esperado pelos frequentadores (mas não faz muito meu estilo). O atendimento é igualmente formal e preciso.

Preço

Cardápio principal

As opções não são baratas, como já sabíamos. Basicamente são dois tipos de refeição. Na tradicional, além da carne escolhida, servem arroz, feijão, salada, torradas e farofa. Na opção a la carte, servem apenas a carne e a farofa, se a memória não me trai.

Os preços na refeição tradicional variam de uns R$ 40,00 na linguiça de lombo até pouco menos de R$ 80,00 na picanha. Na a la carte, esses mesmos pratos variam de R$ 27,00 a uns R$ 65,00 mais ou menos, respectivamente.

A boa notícia é que um prato desses serve tranquilamente duas pessoas que comam razoavelmente bem. Como fui com a esposinha, comi mais do que deveria e ainda sobrou!

Comida

Espeto Misto (Alcatra, Linguiça e Lombo)

Nossa opção foi pelo prato Misto, pois além de não estar entre os mais caros (R$ 46,00 na refeição tradicional), vem com três tipos diferentes de carne: a alcatra, que é ok, macia; a linguiça, uma das mais saborosas que já comi; e o ótimo lombo, uma das especialidades do restaurante (a outra, dizem, é o pintado).

A carne é levada à mesa no espeto, e encaixada em suporte sobre a mesa, com ótima aparência. Os próprios garçons circulam servindo os pedaços. No nosso caso, dois de cada tipo de carne.

Os acompanhamentos são simples mas muito saborosos também. A esposinha saboreou especialmente o feijão e a farofa. E, como eu já havia mencionado, sobra.

O lado ruim é que demora. Demora bastante. Mais de meia hora depois do pedido feito. Mas, sabe como é, carne assada… Não adianta ter pressa.

Outra coisa chata é que o ambiente, a comida e também a demora pedem muito uma cerveja geladíssima, ou quiçá um vinho, mas por motivos óbvios, não vendem bebida alcoólica.

Resumo

Pegue um dia em que estiver com tempo para passear (porque além de ser um pouco distante, demora para ser servido) e vá, que vale a pena. Deve  gastar de 60 a 80 para duas pessoas (dependendo do prato), com bebidas e serviço.

Ah! No pagamento ainda ganha uns três “dinheiros” que valem três reais no minimercado deles. E, se forem “espertos” como eu, vão usar para comprar um doce de leite caseiro, pelo qual pagariam no máximo uns seis ‘na cidade’, pagando “apenas” nove de doze. :)

Restaurante Castelo
Rod. Washington Luís km, 222
www.postocastelo.com.br
Aceitam cartões (levam na mesa) – Estacionamento próprio
Gasto médio: 70 para duas pessoas

Neste link do Google Maps você pode ver, além da localização, outras opiniões a respeito do lugar.

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commentários

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10 Responses to Castelo

  1. 25 de agosto de 2011 at 12:46

    O Andi esqueceu de falar das Torradinhas: São as melhores que eu já comi por aí. As vezes da vontade de ir lá só pelas torradinhas

    • 25 de agosto de 2011 at 12:53

      Até citei as torradinhas. Eu comi bem mesmo, mas não tinha me chamado tanta atenção assim. rs. Mas é boa mesmo.

  2. Fabio Barbano
    25 de agosto de 2011 at 13:20

    Qualquer dia vou fazer um texto sobre o outro lado do Castelo (A lanchonete). Na parte do restaurante mesmo eu nunca fui…

  3. Rogerio
    25 de agosto de 2011 at 21:16

    Andi, o self-service que você mencionou é conhecido como “restaurante dos caminhoneiros”, cujo acesso fica antes do restaurante principal e mais aos fundos. Se não me engano, o preço por pessoa é R$ 17,00. Não é muito divulgado, mas a comida é ótima e com boa variedade. Às quartas-feiras tem dobradinha, uma das melhores que já comi.
    Fica como sugestão para uma futura visita dos “comilões”.
    Abraço.

  4. Daniela
    26 de agosto de 2011 at 11:37

    Adoro, mas faz mto tempo q não vou.
    Amo as torradas e o lombo.

  5. Giuliana
    26 de agosto de 2011 at 14:03

    Torradas, cebolete e vinagrete DELICIOSOS!!!!
    Pra mim a melhor parte.

    Também pedi o espeto misto e não curti tanto a linguiça. O lombo estava bem macio e gostoso.
    Vem muiiita comida e sobra, mesmo para duas pessoas.

    Achei que demoram muitoooo!!!

  6. Daniela
    30 de agosto de 2011 at 19:14

    Fui lá domingo e a torrada tava bem mais ou menos. Nenhum gosto de alho, só óleo. :-/

  7. tiago
    8 de janeiro de 2012 at 16:14

    Um dos pontos fracos do Castelo, na minha humilde opinião, é o atendimento… não sei se dei azar na ultima vez que fui de pegar um garçon mais confuso mas boa parte do que pedi, tive que pedir a ele mais de 1 vez… outra desvantagem é que o feijão tem que ser adquirido a parte (alias, esqueceram de trazer a porção que pedi e acabei desistindo – terminei, paguei e fui embora). Outra coisa estranha é que a salada vem com tomates inteiros e pepinos idem. Voce mesmo tem que mostrar seus dotes culinarios, cortanto e montando a sua porção.

Comilão

Ândi Garcia

Profissional de computação, amante das letras, pseudo-violonista do lar, uspiano, corinthiano, maloqueiro e sofredor. Graças a Deus.

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